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“Ei! Me empresta um dinheiro aí!”

Quem já não fez na vida um empréstimo? Se existe alguém, já quero parabenizá-la! Existem vários tipos de empréstimos. Algumas pessoas dizem que existem três coisas que você nunca deve emprestar: marido, esposa e carro, pois sempre voltam com defeitos.

Bem, mas estou aqui para falar sobre o empréstimo de dinheiro. Também neste tipo de empréstimo, existem várias modalidades. Você pode pegar dinheiro emprestado com um amigo ou parente, também pode pegar dinheiro emprestado em bancos através de cheque especial, cartão de crédito (quando você não paga tudo no vencimento) CDC´s etc... Você pode pegar um empréstimo até na empresa que você trabalha com os mais variados fins como pagamentos de dentistas, médicos, compra ou reforma da casa...

O dicionário Aurélio traz a seguinte definição: Emprestar. Confiar a alguém (soma de dinheiro ou coisa), para que faça uso dela restituindo-a depois ao dono. Dar a juros (dinheiro).

Existe um outro tipo de empréstimo onde você empresta o seu nome. Ao avalizar alguém, você empresta o seu nome e de imediato pode lhe parecer normal, porém, no futuro pode lhe trazer problemas financeiros. A Bíblia já traz a seguinte orientação em Provérbios 22:26:27: “Não estejas entre os que se comprometem e ficam por fiadores de dívidas, pois, se não tens com que pagar por que arriscas perder a cama de debaixo de ti?”

Muita gente acha que empréstimo é a solução para todos os problemas financeiros. Muito cuidado com os empréstimos! Existem pessoas que solicitam empréstimos e esquecem que devem pagar as prestações mensais e principalmente esquecem dos juros que são embutidos nestas prestações.

Atualmente bancos, financeiras e lojas querem que você compre, consuma, consuma, consuma e para isto facilitam o pagamento de 2, 3, 6 ou mais vezes. Neste momento você fez um empréstimo, pois não tinha o dinheiro para pagar a vista. Certamente por você estar comprando financiado vai estar pagando juros embutidos nas prestações ou no preço final do produto.

Normalmente o começo de tudo – o primeiro empréstimo – é para tampar o buraco causado pelo descontrole das despesas. A pessoa gastou um pouco mais do que ganha e para isto entra no cheque especial, resultado: paga-se juros, ou a pessoa gastou no cartão de crédito e não conseguiu pagar toda a fatura no vencimento, em conseqüência paga-se juros.

A pessoa também pode ser um pouco mais esperta e solicitar um CDC (Crédito Direto ao Consumidor) pegando o dinheiro emprestado e não entrando no cheque especial, porém, resultado: paga-se juros embutidos nas prestações mensais.

Não se esqueça que ao pegar um empréstimo e assumir o pagamento de prestações você nos próximos meses terá este valor comprometido no orçamento. Se seu orçamento já está apertado como vai caber uma outra prestação? Aí começa o círculo vicioso onde pega-se um empréstimo para pagar outro, operação “tapa-buraco”.

Você pode estar pensando: “Mas e o empréstimo para pagamento da casa ou para o financiamento do carro dos meus sonhos?” O financiamento é apenas uma forma de você conseguir o seu sonho, porém, lembre-se que ao financiar o seu sonho, ele virá acrescido de juros.

No caso da casa ou do carro pare e pense: “Será que daqui a 36, 48, 60 ou 120 meses (10 anos) eu vou ter o dinheiro para pagar a prestação do empréstimo?” Muita gente deve estar pensando que sou muito pessimista. Na verdade, eu estou sendo um pouco realista. Eu sou uma das pessoas mais otimistas que existe, acredito no meu trabalho, acredito no meu Brasil e acredito principalmente em Deus, mas a vida me ensinou a pesar um pouco de razão e um pouco de emoção na hora da decisão.

Portando, muito cuidado quando você diz: “Me empresta um dinheiro aí!” Viva em paz com seu dinheiro!

Última atualização em Seg, 04 de Janeiro de 2010 11:15
 

Transparência no ministério

Músicos que desejam se tornar bênçãos em seus grupos musicais, nunca devem negligenciar uma vida transparente e de intensa comunhão. Todas as alegrias, lutas, dificuldades, vitórias, fraquezas etc., quando possível, devem ser compartilhadas com o líder e com os companheiros de ministério. A vida do músico cristão deve ser um verdadeiro livro aberto, especialmente no grupo em que ele vive. As Escrituras Sagradas nos ensinam: “Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. A súplica de um justo pode muito na sua atuação.” (Tg. 5.16.)

A falta de transparência pode se tornar um problema sério. Há alguns meses enfrentamos este problema na área musical da nossa igreja. Apesar de ser um dos líderes, eu sabia muito pouco sobre a vida de alguns companheiros de ministério. Com algumas pessoas eu tinha pouca intimidade. Sendo assim, eu não pude defendê-los quando eram atacados ou acusados pelo inimigo. (Leia 1 Samuel, capítulos 34 e 35 para saber como Davi defendia seu rebanho.)

Quando há falta de transparência no rebanho, o pastor não pode defender suas ovelhas. Certa vez alguém me questionou: “Como você pode deixar fulano subir para cantar se na semana passada ele cometeu aquele pecado?”. Eu respondi: “Que pecado? Não estou sabendo de nada?”. Muitos líderes hão de convir comigo que às vezes eles são os últimos a saberem dos problemas do grupo e, mesmo assim, por meio de fofocas e palavras distorcidas. Quando um discípulo é transparente com seu discipulador, o relacionamento se torna mais saudável. Eu estou tendo o privilégio de escrever sobre isto porque tenho vivido esta verdade aqui em minha igreja. Há algum tempo uma pessoa me fez a mesma pergunta que lemos anteriormente: “Você vai deixar fulano tocar? Ele deixou mau testemunho naquela reunião!”. Eu respondi: “Eu já sei o que aconteceu e não foi nada disso que você está pensando. Foi um mau entendido, não se preocupe. Já estou tratando de minha ovelha”. Quando há transparência, o discipulador pode defender e orar pelos seus discípulos.

Em várias situações desfrutei da bênção de contar às minhas ovelhas os meus problemas e fraquezas. Eles também compartilharam comigo suas vidas. Assim podíamos orar com objetividade uns pelos outros, e confiar uns nos outros. Tudo fica melhor quando nossa vida é aberta diante dos nossos irmãos, e diante dos nossos líderes. Um enorme peso dos nossos ombros é retirado quando nos dispomos a ter uma vida transparente. Em Hebreus 4.13 lemos: “E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas."

Lute pela transparência na sua igreja. Pode ter certeza que ela trará confiança, comunhão, intimidade e unção de Deus.

“Melhor é a repreensão aberta do que o amor encoberto.” (Pr. 27.5.)

Última atualização em Qua, 23 de Dezembro de 2009 10:36
   

Jovem e as drogas

Antes de tratar o seu filho como um delinqüente é preciso ter uma conversa franca, aberta e amigável com ele.

É disso que ele precisa no momento. Não adianta fingir que nada está acontecendo, ou tomar medidas que possam ser interpretadas como conivência com a droga.

Com calma e paciência, o assunto deve ser discutido de frente. Se o jovem vem de uma família bem estruturada, cujas relações são baseadas em diálogo e pais modelos, pode até chegar a experimentar drogas (eventualmente), porém, não fazem uso dela.

Na maioria das vezes o jovem parte para a primeira experiência por mera curiosidade, achando que pode parar quando quiser, alguns conseguem. Porém, outros acabam aumentando as doses; indo para as drogas mais pesadas e perigosas.

Para a maioria dos especialistas no assunto, a curiosidade pelo novo, pelo diferente, e os tóxicos entram nesta classificação, começa, em geral, a parti dos 10 anos.

O pré-adolescente começa a se auto-afirmar, a buscar referenciais. Essa é uma fase de transição, um momento em que se começa a experimentar novas sensações por meio de coisas ofensivas e inofensivas. Eles se testam na família, na escola e nas drogas. “Nesta fase específica, o jovem está mudando, ou buscando um referencial, principalmente aqueles envolvidos com drogas. Em geral é uma fase em que o jovem se torna arredio e introspectivo”. A procura da droga já é um sinal de insatisfação, mas a dependência se estabelece numa reciprocidade: quando a droga é suficientemente forte para amarrar um jovem, e este fraco o bastante para se deixar envolver, tudo depende da história de vida de cada um.

Um viciado, de forma geral, é alguém que se vê num determinado momento, diante de uma série de conflitos e não tem estrutura para encará-los. E é aí que a droga funciona como válvula de escape: a droga libera tensões, é uma maneira de relaxar e de se aliviar.

E se existe um hábito, ele se cultiva quase sempre em grupo. Quando o jovem acredita que em casa, ninguém o compreende, os pais são caretas, que o diálogo é impossível vai buscar respaldo na “turma”, afinal, são jovens como ele, com os mesmos problemas, expectativas semelhantes, anseios e sonhos. É uma tentativa de buscar segurança, apoio e aceitação, valorizando sua identidade pessoal. E se para esse grupo a “saída” é fazer uso de drogas, muito provavelmente o jovem que estiver passando por uma crise familiar, vai querer ser aceito pela turma e entrará na onda de tóxicos.

Por mais que uma turma influencie um jovem, existem conflitos que o levarão a buscar a aceitação em um grupo que não a família. É na família que entram em cena forças emocionais como: medo, depressão, otimismo, teimosia, autoridade, submissão, protestos, rebeldia, obediência, diálogos, discussões. No caso dos adolescentes, a tudo isso ainda, se acrescenta o choque das gerações.

Não são as tenções que causam o conflito, mas a incapacidade de dimensionar, discutir e resolver essas tensões. E, para alguns jovens, a droga passa a ser vista como uma “saída”, para a solução das tensões. A família é um forte componente que influencia na decisão de o jovem buscar ou não a droga. Há vários tipos de família: há aquela em que o filho será sempre uma criança. Existem famílias que não há regras estabelecidas, enquanto outras não desenvolvem qualquer tipo de responsabilidade no filho. São alguns estilos de vida que não criam no adolescente a consciência de buscar soluções saudáveis para qualquer tipo de problema ou sofrimento.

Famílias marcadas por separações, ausência do pai ou da mãe, desarmonia ou falta de afeto também são alguns dos cenários, propícios para o surgimento de problemas como a droga. Sempre digo que, “o adolescente que vive num clima de insegurança na família mal constituída será uma presa fácil para a droga que vai preencher o vazio afetivo no qual ele cresceu”.

Quando eu atendo um jovem dependente de droga a primeira coisa que faço é estudar a família ou procurar saber detalhes da história familiar. Procuro saber sobre o apoio, compreensão, diálogo. São atitudes importantes na aproximação entre pais e filhos, e, muitas vezes, são esquecidas.

Os pais lembram que os filhos não são mais crianças, mas também não o respeitam como adultos.

Levantar as causas do problema, aceitar falhas, enfrentar medos e insegurança não significa procurar culpados para condená-los. Nenhum pai ou mãe do jovem ou adolescente precisa ser execrado porque errou ou falhou. Quando dissecamos as causas do assunto, ou fazemos uma radiografia da família, estamos procurando meios de ajudar o jovem se encontrar, dialogar com os pais e viver bem em sociedade. É preciso, no entanto, deixar a vergonha e o preconceito de lado, reunir forças e coragem para enfrentar o problema. Aprendemos muitas coisas durante esta luta e garantimos que é doloroso. Mas essa, talvez, seja a ocasião para se fazer uma reavaliação de como tem sido a vida em família, e se propor a mudar o que for preciso: “Se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um incrédulo.” (1Tm 5.8.)

Última atualização em Ter, 22 de Dezembro de 2009 13:23
   

O que pede recebe

Leia: Mateus 6. 1-6

Podemos descrever Jesus de muitas formas. Ele era um operador de milagres, um mestre, um sofredor, um redentor... Mas Ele era, também, um homem de oração. Ao nos ensinar a orar, o nosso Salvador mostrou-nos que a oração nos leva a ter consciência das bênçãos de Deus sobre nós. A oração nos ajuda a submeter nossa vontade à vontade de Deus, reconhecendo sua soberania e poder. A oração nos leva a um relacionamento mais estreito e íntimo com um Pai amoroso. No entanto, nossa oração não é uma instrução daquilo que Deus deverá fazer por nós. Um filho não instrui um pai, mas pede ao pai. O Pai sabe o que é melhor.

A oração é o elevar dos nossos corações em louvor, preparando-nos para as respostas de Deus. É bem possível que Deus nos dê aquilo de que precisamos, sem que o peçamos em oração, mas aí não podemos ter o pleno apreço de Suas dádivas. Perderíamos a amizade íntima que Deus nos oferece, quando levamos tudo a Ele em oração. A oração deve ser um momento de expec-tativa e alegria em nossas vidas, porque, quando nos colocamos na presença de Deus, estamos melhor preparados a aceitar sua von-tade. E Jesus, o grande Intercessor, nos ensina a orar e a esperar.

Pense:

Quem ora preocupado em ser ouvido pelas pessoas, não será ouvido por Deus.

Ore:

"Pai nosso, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. O pão nosso de cada dia nos dá hoje; perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos... E não nos deixes cair em tentação." Amém.

Última atualização em Seg, 21 de Dezembro de 2009 18:29
   

STATUS

“Status é comprar uma coisa que você não quer, com dinheiro que você não tem, para mostrar para alguém que você não gosta, uma pessoa que você não é”.

Última atualização em Qua, 23 de Dezembro de 2009 10:38

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